Aprendeu a andar e a falar como nazi. Anda com nazis no recreio. Divide a baguete com nazis. Brinca de nazi. Joga joguinhos de nazi. Dá xiliquinho que nem nazi. Ora, ora, só pode ser…um poste? Difícil dizer, pois geralmente os postes são mais úteis, levam luz às casas, ao passo que um nazi, bom, esse a gente sabe que leva terror e escuridão em todo lugar que interessa pôr em prática seus necroplanos.
Cuba, Palestina, Venezuela, Síria, Somália, Irã, Iraque, Iêmen. A lista é grande e tudo é uma grande disputa sobre quem possui a prerrogativa de uso da violência como forma de dominação, mas nenhum dos países citados estava concorrendo por esse antiprêmio. Pelo contrário. Foram desclassificados e autuados por tentarem se defender das garras desse tipo de inseto, algo da espécie vice-presidente dos EUA, muito encontrado em cocô de cavalo:

“Quero que todos os agentes do ICE saibam que o presidente, o vice-presidente e toda a administração os apoiam. Aos radicais que os agridem, divulgam seus dados pessoais e os ameaçam: parabéns, vamos trabalhar ainda mais para fazer cumprir a lei.”
É como se tivessem colocado o disco da Globalização de trás para frente, só que no lado B a banda toca o terror e chega mais rápido em qualquer ponto do mapa. São empreendedores vendo uma oportunidade de expandir os negócios da morte. É imigrante? Morte. Tem petróleo? Morte. Terras raras? Morte. Ouro e prata? Morte. É negro? Morte. Mulher? Opressão ou morte. Os Estados Unidos da América são a maior empresa do ramo funerário do mundo, produção ímpar de caixão para todos os desgostos.
por Bibi Ferreira